segunda-feira, 8 de agosto de 2011


Prisioneiro do Amor

Kelly Patrícia

Composição: Nicodemos Costa
Ah! Como é bom
Sentir a doce paz
E o amor que é suave
Me leva a sorrir
É você chegou
Qual ladrão me fitou
E roubou para si
O meu coração
(Refrão)
E agora sem forças
Eu sou prisioneiro
Do mais belo amor
Do doce Jesus
Do meu bem da Cruz
(repete refrão)

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Adrielle Lopes --- Porta do Céu


Se a dor te toma por demais
Se o mundo não te crê jamais
Sabe, pois, que há alguém por ti
Orando, inte
rcedendo, há sim !
Puro esplendor e amor de mãe
Sacrário vivo de Deus Pai
Em ti Maria eu encontrei
A vida que pra mim eu quis

Imaginei como seria o paraíso de Jesus
Com paz e harmonia em nossos corações
Pra sempre então seria eterno em louvor
Aquele que um dia veio e nos salvou

Ó Mãe santíssima, me leva a Deus
E para sempre exultarei com cantos
Hinos de louvor, buscando a salvação
E nessa hora em que eu te rogo aqui
Dentro em meu peito está vontade
De te conhecer, Maria tu que és porta do céu.



Venho aqui pedir Senhor, me ponho em tuas mãos, 
Recebe minha vida, escuta minha oração. 
Tudo que tenho e sou, conheces toda a minha dor, 
Meu pranto hoje vem ser meu clamor, cura minha vida senhor. 

Vem me abraçar, vem me curar,meu Deus 
Contigo não estou sozinho. 
Vou me entregar, em ti me encontrar, 
Meu Deus contigo não estou sozinho. 

Conheces toda a minha vida 
Tudo o que faço, o que faço, o que sou, 
Vem curar minhas ferida, o meu cansaço, fracasso, 
Senhor, vem me abraçar, me curar, 
Meus deus contigo não estou sozinho 

Vida Reluz --- Como és lindo


Que bom, Senhor,
ir ao teu encontro,
poder chegar e
adentrar à tua casa
Sentar-me contigo
e partilhar da mesma mesa.
Te olhar, te tocar
e te dizer: meu Deus,
como és lindo!
Ó meu Senhor,
sei que não sou nada:
sem merecer,
fizeste em mim
tua morada,
mas ao receber-te
perfeita comunhão se cria
Sou em Ti
és em mim.
minh'alma diz :
meu Deus,
como és lindo!

Viver é correr riscos

Rir , é correr o risco de parecer tolo.
Chorar, é correr o risco de parecer sentimental
Estender a mão é correr o risco de se envolver.
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar quem você é de verdade
Defender seus sonhos, idéias é correr o risco de perder amigos.
Amar é correr o risco de não ser correspondido.
Viver, é correr o risco de morrer.
Confiar é correr o risco de se decepcionar
Tentar é correr o risco de fracassar
Mas os riscos devem ser corridos, pois dentre todas as coisas, a mais arriscada é simplesmente não arriscar em nada.
A vida é correr riscos.
Você assume riscos com objetivos maiores pra sua vida.
Não se amedronte com novos desafios.
Eles são importantes para o seu crescimento e formam o caminho certo para o seu sucesso.

Autor:  Vergilio Brevilheri 
Fonte: http://www.osemeadorcp.com/mensagens/199-viver-e-correr-riscos.html

Padre Fábio de Melo--- Mais perto



Onde é que você vai com tanta pressa
Com esse ar de quem tem muito o que fazer
Se eu posso lhe pedir alguma coisa eu lhe peço: senta aqui
Como um dia eu sentei naquele poço
E a amizade visitou seu coração
Fui amigo e o esposo que faltava e hoje pode ser também assim
Os seus olhos me revelam tanta sede e não sou indiferente a sua dor
Mas tem coisas que não faço, não são minhas, dependem somente do seu querer
O milagre se dará por duas vias
Uma é minha e a outra deixo pra você
Se você trouxer a mim a sua água eu devolvo vinho

Chega mais perto, não tenha medo
Não diga nada, silêncio é palavra que não faz segredo
Se for preciso enxugo o seu rosto
Lágrimas são fragmentos de história que posso entender

Eu lhe vejo entrelaçado em tantos erros
Machucando tanta gente sem saber
Infeliz vai se tornando pouco a pouco, por favor, queira voltar
Não prometo dar-lhe um jardim de flores
Mas prometo a força pra poder plantá-lo
E asseguro no cultivo estar bem junto, se preciso, lhe consolar
Cantaremos a semente germinada, podaremos o que não puder crescer
Cada poda há de ter ensinamento eu vou lhe ajudar a compreender
Sou o verbo do princípio feito carne
Sou o Deus que resolveu ter coração
E hoje está sentado à beira deste poço
Mirando o seu rosto, na voz deste moço, lhe dando um recado
Que se for possível espero visita, não tarde em chegar
A casa é a mesma, o mesmo endereço, espero por lá

Chega mais perto.

Terço da Providência

No princípio:
Credo.

Nas contas grandes:
Mãe da Divina Providência: Providenciai!

Nas contas pequenas:
Deus provê, Deus proverá, Sua misericórdia não faltará!

Oração final:

Vinde, Maria, chegou o momento. Valei-nos agora e em todo tormento. Mãe da Providêcia, prestai-nos auxílio no sofrimento da terra e no exílio. Mostrai que sois Mãe de Amor e de Bondade, agora que é grande a necessidade. Amém.



Fonte: http://www.cancaonova.com/cnova/dicas_fe/ter_providencia.html
Certa noite do mês de Julho de 1216, como acontecia em tantas outras noites, na silenciosa solidão da pequena Igreja da Porciúncula, São Francisco ajoelhado, estava profundamente mergulhado nas suas orações, quando de súbito, uma luz vivíssima e fulgurante encheu todo o recinto e no meio dela, apareceu Jesus ao lado da Virgem Maria sorridente, sentados num trono e circundados por diversos Anjos. 
Jesus perguntou-lhe:“Qual o melhor auxílio que desejarias receber, para conseguir a salvação eterna da Humanidade?”

Sem hesitar Francisco respondeu: “Senhor Jesus, peço-Vos que, a todos os arrependidos e confessados, que visitarem esta Igreja, lhes concedais um amplo e generoso perdão, uma completa remissão de todas as suas culpas.”

“O que pedes Francisco, é um benefício muito grande,”disse-lhe o Senhor, “muito embora sejas digno e merecedor de muitas coisas. Assim, acolho o teu pedido, com uma condição, deverás solicitar essa indulgência ao meu Vigário na Terra.”

No dia seguinte, bem cedinho, Francisco acompanhado de Frei Masseu, seguiu para Perúgia, a fim de se encontrar com o Papa Honório III. Chegando disse-lhe:“Santo Padre, há algum tempo, com o auxílio de Deus, restaurei uma Igreja em honra a Santa Maria dos Anjos. Venho pedir a Vossa Santidade que concedais, nesta Igreja uma indulgência a quantos a visitarem, sem a obrigação de oferecerem qualquer coisa em pagamento (naquela época, toda indulgência concedida a uma pessoa, estava ligada à obrigação dessa pessoa fazer uma oferta), a partir do dia da dedicação da mesma.”

O Papa ficou surpreendido e comoveu-se com o tal pedido. Depois perguntou: “Por quantos anos pedes esta indulgência?”

“Santo Padre, não peço anos, mas penso em muitos homens e mulheres que precisam sentir o perdão de Deus”, respondeu Francisco.

“Que pretendes, em concreto, dizer com isto?” retorquiu o Papa.

“Se aprouver a Vossa Santidade, gostava que todas as pessoas que venham a visitar a Porciúncula, contritos de seus pecados, em “estado de graça”, confessado e tendo recebido a absolvição sacramental, obtenham a remissão de todos os seus pecados, na pena e na culpa, no Céu e na Terra, desde o dia de seu baptismo até ao dia em que entre na Porciúncula.”

“Mas não é um costume a Cúria Romana conceder tal indulgência!"

“Senhor, disse o “Poverello”, este pedido não o faço por mim, mas por ordem de Cristo, da parte de quem estou aqui.”

Ouvindo isto o Papa cheio de amor repetiu três vezes:“Em nome de Deus, Francisco, concedo-te a indulgência que em nome de Cristo me pedes.”

Tendo alguns Cardeais, ali presentes, manifestado algum desacordo, o Papa reafirmou: “Já concedi a indulgência. Todo aquele que entrar na Igreja de Santa Maria dos Anjos da Porciúncula, sinceramente arrependido das suas faltas e confessado, seja absolvido de toda pena e de toda culpa. Esta indulgência valerá somente durante um dia, em cada ano, “in perpetuo”, desde as primeiras vésperas, incluída a noite, até às vésperas do dia seguinte.”

A “consagração” da Igrejinha aconteceu no dia 2 de Agosto do mesmo ano de 1216.

A Indulgência da Porciúncula somente era concedida a quem visitasse a Igreja de Santa Maria dos Anjos, entre a tarde do dia 1 Agosto e o pôr-do-sol do dia 2 Agosto. Em 9 de Julho de 1910, o Papa Pio X concedeu autorização aos Bispos de todo o mundo, só naquele ano de 1910, para que designassem qualquer Igreja Pública das suas Dioceses, a fim de que também nelas, as pessoas recebessem a Indulgência da Porciúncula. (Acta Apostolicae Sedis, II, 1910, 443 sq.; Acta Ord. Frat. Min., XXIX, 1910, 226). Este privilégio foirenovado por um tempo indefinido por decreto da Sagrada Congregação de Indulgências, em 26 março de 1911 (Acta Apostolicae Sedis, III, 1911, 233-4).Significa que, atualmente, qualquer Igreja Católica de qualquer país, tem o benefício da Indulgência que São Francisco conseguiu de Jesus para toda humanidade. Assim ganharão a Indulgência, todas as pessoas que estando em "estado de graça", visitarem uma Igreja nos dias mencionados, rezarem um Credo, um Pai-Nosso e um Glória, suplicando ao Criador o benefício da indulgência, e rezando também, um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e um Glória, pelas intenções do Santo Padre. Poderão utilizar a Indulgência em seu próprio benefício, ou em favor de pessoas falecidas ou daquelas que necessitam de serem ajudadas na conversão do coração.

Por outro lado, a Indulgência é "toties quoties", quer dizer, pode ser recebida tantas vezes quantas a pessoa desejar, isto é, em cada ano, fazendo visitas a diversas Igrejas das 12 horas do dia 1 de Agosto até o entardecer do dia 2 de Agosto.

Com o passar dos séculos a forma de lucrar esta indulgência sofreu muitas mudanças, alargando a todos os dias para a Igreja da Porciúncula. Esta disposição foi fixada pelo Papa Paulo VI na carta apostólica “Sacrosancta Portiunculae ecclesia” de 14 de Julho 1966. Portanto a Indulgência Plenária na Porciúncula se pode obter todos os dias com as condições já referidas.

Se desejar meditar na Homilia, do Ministro Geral O.F.M., para este dia, encontra-a no sítio da O.F.M. – http://www.ofm.org/

(Adaptação de vários textos retirados da net)

O que há de novo nos cinemas
 
Pedro Veriano, pveriano@gmail.com
A despedida de Harry Potter foi uma festa visual. Efeitos especiais moldaram a batalha entre o Bem (Potter, o aluno da escola de bruxos, Hogwart), e o Mal (Lord Voldemort, bruxo proeminente). Não faltaram bolas de fogo destruindo as dependências da escola, monstros mitológicos, fendas se abrindo no solo, até mesmo uma sequência em que o herói aparece numa espécie de limbo, conversando com o seu mestre, Dumbledore, já falecido.
"Harry Potter e as Relíquias da Morte –Parte 2" ganhou o primeiro lugar nas bilheterias mundiais semana passada. Um recorde histórico. E não decepcionou os leitores da escritora inglesa J.K.Rowlings, criadora do personagem. Quem leu o livro aprovou o filme (o que é difícil). Eu como não li nenhuma linha da coleção que gerou sete volumes e oito filmes de longa-metragem, fiquei com o resultado exposto nas telas, onde poreja a ingenuidade dos contos de fadas maquilada de pesadelo. Especialmente nos episódios finais em que o aspecto "dark" predomina, como se as figuras desfilassem por abismos tenebrosos.
Claro que não é fácil traduzir no cinema a imaginação de certos autores. Mesmo os que primam pela superficialidade de suas narrativas. Esta ousadia é um mérito do último filme da série, o mais bem feito. E a sua posição de sequência, sem explicar o que veio antes para quem não acompanha a história de exemplares passados, é um ato de confiança na síntese da proposta, ou seja, o filme não se afasta de seu objetivo que é uma fantasia embalada na cultura anglo-saxã, como o que os Irmãos Grimm, Charles Perrault ou Hans Christian Andersen escreveram para crianças.
O outro filme que os cinemas locais estão exibindo é o brasileiro "Assalto ao Banco Central". O argumento é o roubo acontecido em 2005 no maior banco de Fortaleza (CE). Acontecimento que no filme merece apenas um plano irônico.
NA LOCADORAA grandeza do perdão
"O Filho" (Le Fils/França,2002) ganhou o Prêmio Ecumênico do Festival de Cannes. Os jurados cristãos exaltaram a capacidade de perdoar que preside a história do carpinteiro que emprega os serviços de um adolescente, saído da cadeia, que matou seu próprio filho. Dirigido pelos irmãos Jean Pierre e Luc Dardenne, o filme é todo feito com a câmera na mão seguindo o personagem principal, o chefe de carpintaria Olivier (Olivier Gourmet), homem bom que emprega meninos delinquentes. Gradativamente o espectador vai sabendo do trauma que ele sofreu, vendo a princípio as reações de sua esposa, nos poucos momentos em que ela aparece. Depois sabe que seu filho pequeno (não se diz a idade) foi morto por Francis (Morgan Marinne), um dos empregados da carpintaria. Apesar de saber disso, Olivier ensina ao rapaz um ofício. Um drama denso e comovente. Com desempenhos primorosos que deixam imagens de comovente realidade. Uma obra-prima que está nas locadoras desde o início do ano e que não chegou a ser exibida nos cinemas locais. Desses títulos que se recomenda com insistência. 
 
Fonte: Cinema & DVD                  
Música de acordo com a liturgia
 
Monsenhor Raimundo Possidônio
Monsenhor, particularmente, eu me incomodo com essas novas modalidades de músicas ditas "católicas", com bandas de rock e forró, por exemplo, que cantam "em nome do Senhor". Mas eu percebi que meus netos gostam de ouvi-las, mesmo sem participarem muito da Igreja. Ainda sou do tempo que ouvíamos Padre Zezinho, com sua voz melodiosa e letras cheias de evangelização e lirismo, não essa gritaria e sons estridentes de guitarras elétricas nas músicas de louvor de hoje em dia. Aliás, isso é louvor? Devo mudar minha visão sobre o gosto musical católico dos meus netos? (Antonio Nazareno, Paróquia Nossa Senhora da Conceição, Cidade Velha)
Antonio, para responder à sua pergunta precisaríamos de um espaço maior (um artigo, talvez, um curso quem sabe!), mas me atenho a dizer apenas o seguinte: devemos distinguir os "tipos" de música/canto que usamos na Igreja. Há cantos litúrgicos que utilizamos nas missas e, para que sejam cantados nas Igrejas, têm que obedecer a certas regras. Temos os cantos religiosos que são cantos que as pessoas elaboram sem o rigor necessário, às vezes são cantos devocionais - ligados a um santo ou santa, a Nossa Senhora, a uma situação da vida ou a uma festa patronal - ou surgem de uma inspiração de um poeta ou cantor... Há os cantos de animação ou populares que se usam em encontros, santas missões, festivais, retiros... Falando assim parece difícil distinguir uns dos outros. Infelizmente nem todos que cantam/tocam têm formação litúrgica e, às vezes, não aceitam orientações de quem sabe. Pensam que podem cantar qualquer canto em qualquer hora e em qualquer lugar. Basta que numa frase haja a palavra oferenda, ofertas... para se tornar canto das oferendas... Basta que haja uma palavra referente à eucaristia... vira canto de comunhão. Mas, o conteúdo não condiz com o momento celebrativo de acordo com os princípios litúrgicos. Além do mais, quando se prepara uma celebração litúrgica, qualquer que seja, o padre, a equipe de liturgia, os músicos deveriam se encontrar e preparar o ritual, para haver uma sintonia, uma integração plena e total do rito. Caso isso não aconteça, cada um faz o que bem entende, canta o que bem entende, diz o que bem quer e a Missa perde o seu encanto, perde muito da sua finalidade.
Um comentário final: a Igreja na vivência da diversidade  - um dom divino - tem lugar nessa questão dos cantos para diversos tipos musicais. Há músicas belíssimas que têm um conteúdo muito significativo, como há músicas que só refletem o gosto de quem canta ou criou a música, como há músicas de conteúdo e ritmo muito duvidoso. É necessário discernimento para evitar que muitas dessas músicas entrem na liturgia eucarística porque a pessoa gosta ou porque gera um sentimento momentâneo de prazer, de exaltação ou mesmo de louvor e a gente ache isso normal. É diferente de um encontro, um seminário, um retiro, um festival... A CNBB tem um setor que tem tratado essa questão com muito equilíbrio e profundidade. Seria bom consultar para aprender. Há cursos de formação litúrgica - inclusive para quem canta/toca - promovido pelo setor litúrgico da Arquidiocese. Portanto, oportunidades não faltam para aprofundar e atualizar a formação litúrgica e realizar de modo correto a beleza do nosso louvor a Deus. 
 
Fonte: O padre responde