sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

RExPA

No último Rexpa que foi realizado no dia 8 de dezembro de 2012. Eis os resultados:

No repazinho deu Leão.
No repazão deu Leão, por um placar de 20 a 11.
O Remo jogou com 5 jogadores o jogo todo: FABRÍCIO; ROCHELLE; BRENO; RODOLFO E MARCELO. Já o PAPÃO jogou com: AFONSO, CAIO, CÁSSIO, ANDRÉ, FRANCISCO, WILLIAMS, RENAN, VICTOR, IAN, GEOVANE, GILSON, FELIPE.

No repa das meninas deu Papão



ESTATÍSTICAS 

REXPA das meninos




Vitórias do Remo:   1; 



Vitórias do Paysandú:  0;



Empates:  0.




REXPA das meninas




Vitórias do Remo:   1; 



Vitórias do Paysandú:  1;



Empates:  2.









REXPA ADULTO


Vitórias do Remo:   15



Vitórias do Paysandú:  8;



Empates:  8.




SALVE MARIA!!

Amém!


Data: 14/12/2011
Fonte: Dom Alberto Taveira

Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo Metropolitano de Belém
O Anjo do Senhor anunciou a Maria! – E ela concebeu do Espírito Santo. Eis a escrava do Senhor! – Faça-se em mim segundo a tua Palavra. O Verbo se fez Carne! E habitou entre nós. A Igreja põe em nossos lábios, na oração do “Angelus” estas belíssimas expressões, intercaladas pela “Ave-Maria”, para recordarmos continuamente, três vezes ao dia, o mistério da Encarnação do Verbo de Deus no ventre puríssimo da Virgem Maria. É tanto verdade, que não nos é estranho ouvir os sinos de igrejas que convidam às “Ave-Marias”. Que tais badaladas continuem a ritmar de serenidade nossos passos tantas vezes agitados, mas sedentos de Deus!

O Anjo Gabriel anunciou a Maria! Os anjos são criaturas espirituais que assim são chamadas quando encarregadas de tarefas importantes. Aquele cujo nome significa “Força de Deus” veio à humilde cidade de Nazaré para comunicar a notícia dentre todas mais aguardada, objeto da esperança de séculos, alimentada pelos profetas. Com este anúncio, irrompe a maturidade dos tempos (Cf. Gl 4, 4), contando Deus apenas com a resposta daquela jovenzinha simples e aparentemente frágil. A coragem de sua resposta mudou a história (Lc 1, 26-38).

Maria nunca pronunciou a palavra latina “fiat”, pois não conhecia tal língua, como não sabia grego. Que palavra terá pronunciado naquele momento? Trata-se de uma palavra que todos conhecemos e repetimos com freqüência. Ela disse “Amém”, a palavra com que um hebreu exprimia seu assentimento a Deus. Ao lado das palavras “Abbá” ou “Maranatha”, também o “amém” foi conservado na língua falada por Jesus e Maria. Com esta palavrinha se diz tanta coisa a Deus: “se assim te agrada Senhor, eu também quero”. É como o sim total e alegre que os noivos são chamados a pronunciar no matrimônio.

Sua resposta não foi de resignação passiva. O verbo que o evangelista usa serve para demonstrar alegria, desejo, sadia ansiedade de que algo aconteça. Os fatos que se seguiram, quando visitou sua prima Isabel, nos fazem ver uma jovem que exulta, explode de felicidade. É que a fé faz as pessoas felizes. Crer é o que existe de mais bonito. É nossa maior honra e realização, que grita por um Amém!

Mas justamente aqui se encontra a dificuldade de nosso tempo. Dizer amém a qualquer realidade, mesmo se esta é próprio Deus, parece lesivo à liberdade. Não consentir, protestar, brigar, fazer cara feia, revoltar-se, parece ser a palavra de ordem. No entanto, acaba-se dizendo algum amém, nem que seja à própria amargura e à briga sistemática com tudo e todos.

Mas voltemos à nossa capacidade de crer. O mistério que se desdobra diante de nossos olhos durante os dias que passam parece incrível, “não acreditável”, mas nos move as raízes mais profundas. Olhar para a cena do presépio é o apelo da fé: contemplar a pequenez que se faz imensa, uma mãe com um recém-nascido ao colo, amamentado para depois repousar numa manjedoura, um José da vida que é São José, animais como testemunhas, pastores que representam os pobres e pequenos para que pequenos sejamos, reis magos vindos de longe atrás da estrela. É inesgotável a riqueza do que se descortina aos nossos olhos. E tudo começou com um amém!

E o Verbo feito Carne habitou entre nós! Ele vem de novo, como visitante que de pequeno se fez grande, é Senhor e Salvador, morreu e ressuscitou, nele estão todas as nossas esperanças, nele se encontra o rumo da existência humana. Em torno dele a história se desenvolve! Malgrado todas as nossas marchas e retrocessos, Ele é o Senhor da história, é princípio e fim de tudo! Amém!

A poucos dias do Natal, em tempo de presentes, uma oração antiga da liturgia ortodoxa (Cf. Raniero Cantalamessa, Gettate le reti, Ano B, PIEMME, 2004) ajuda a preparar um belo e enfeitado pacote para o aniversariante: “O que podemos oferecer-te, ó Cristo, em troca por te fizeres homem por nós? Todas as criaturas te trouxeram o testemunho de sua gratidão: os anjos com seu canto, os céus com a estrela, os Magos com seus dons, os pastores com a adoração, os céus deram as estrelas, a terra uma gruta, o deserto a manjedoura. Mas nós te oferecemos uma Mãe Virgem!” Amém!

A oração do Angelus, ao badalar das Ave-Marias, assim se conclui: “Derramai, ó Deus, a vossa graça em nossos corações para que, conhecendo pela mensagem do anjo a encarnação do vosso Filho, cheguemos, por sua paixão e cruz, à glória da Ressurreição!” E nós dizemos Amém!

sábado, 3 de dezembro de 2011


Outra vez Deus e o Demônio
 Padre Zezinho, scj

O inteligente, atento e arguto leitor de Bíblia perceberá, do primeiro ao último dos livros, uma procura por Deus e respostas de Deus a esta pergunta. Quem prestar mais atenção descobrirá que praticamente, em todos os livros, 95 a 99% do conteúdo é voltado para a presença, a procura e o louvor a Deus. O demônio ocupa espaço pequeno; diabo, satanás, satã, demônio, inimigo são expressões que designam a presença do mal na humanidade, numa comunidade ou num indivíduo, mas a proporção é muito pequena. A Bíblia se ocupa muito mais da presença e da ação de Deus.
Quando, pois, em determinado período da humanidade os pregadores acentuam o mal e o demônio de tal forma que ele é lembrado em quase todos os cultos, sob o argumento de que ele não para de atuar e aquela igreja não para de o enfrentar, estamos diante de uma excrescência e de uma extrapolação; é demônio demais e acento excessivo no pecado e no poder do demônio para alguém que pretende mostrar a misericórdia, a bondade e no caminho para Deus.
De repente no script da fé atribui-se um papel excessivamente saliente ao demônio que deveria ocupar papel secundário. Quando ligo a televisão hoje e quando leio os livros de história, quando ligo o rádio e quando torno a ler os livros de história percebo que houve e há um tipo de religião, um tipo de Igreja e um tipo de pregador que acentua o mal, para depois lhe dar combate. Assusta o fiel menos instruído com a presença do mal no mundo, com o poder do mal e com o poder do maligno, para que, depois, ele aceite o poder do céu que vem por aquela Igreja ou pela sua pregação. Lembra a história do bicho papão que assusta a criança e, então, ela obedece à mãe e corre para perto dela cada vez que ouve dizer a palavra bicho papão.
Não deixa de ser de uma forma de infantilização: acento no mal e no poder do demônio para, depois, poder acentuar o poder da graça e da misericórdia de Deus. O que poderia ser menção passageira torna-se menção corriqueira, costumeira, presente em todas as celebrações e em todos os sermões. De repente o demônio ganha maior cobertura do que merece. Se, por um lado, é errado omitir a reverência ao demônio, também é errado insistir e acentuar demais a sua presença e o seu poder. Ele acaba virando protagonista. A Bíblia na maioria das suas passagens não lhe atribui tamanho poder. Torno a acentuar que uma leitura inteligente, criteriosa e arguta da Bíblia vai nos mostrar um livro que em 95 a 99% do seu conteúdo aponta para Deus e acentua Deus. Mas vejo que nas pregações de hoje, no rádio e na televisão, repetindo um período intenso da Idade Média em que também se acentuava demais o mal, tem havido um excessivo acento na existência e na ação do demônio. Voltou com grande intensidade a ênfase no mal que deve ser combatido, ao invés da ênfase no bem que deve ser praticado.
Leitor, preste atenção a determinados programas e pregações de televisão e me diga se estou certo ou errado. Demônio, satanás, inimigo, maligno é tema que está na Bíblia, mas acentuá-lo demais não é bíblico; o acento é na misericórdia, na graça, no poder de Deus que se importa conosco.
Faz tempo que na pedagogia familiar as mães pararam de falar do bicho papão. Elas acham outros meios de atrair as crianças. Mas parece que algumas igrejas redescobriram o demônio como o bicho papão da fé. Não se trata de negar que o demônio existe: é bíblico; o que se trata é de questionar a excessiva ênfase, porque alguns pregadores não deixam passar uma pregação sem pelo menos cinco ou dez vezes falar do demônio. Esqueceram o essencial da pregaçãode Jesus: "Não temais, eu venci o mundo!"
Encontro muitos fiéis preocupados com o demônio e com possessões. A maioria deles ouviu pregadores que acentuaram demais o poder do demônio. Faltou Paulo e sua doutrina da graça…


Data: 01/12/2011
Fonte: Voz de Nazaré

O cuidado é sinal de quem ama!


Padre Agostinho Cruz
afs.cruz@hotmail.com
Bacharelando em Teologia pela Faculdade Dehoniana (SP)
Pároco de São João Batista e Nossa Senhora das Graças (Icoaraci)

Quando se fala de cuidado, pensa-se em algo frágil e que precisa de proteção. Destarte, o cuidado é uma indicação verdadeira do amor, pois quem ama cuida. O não amar implica em uma não atenção, em um não cuidar. O amor é uma força envolvente de cuidados, pois como recorda-nos a célebre obra O Pequeno Príncipe, de Saint-Exupéry, "foi o cuidado que tivestes com a tua rosa, que fez de tua rosa a mais bonita". Somente quem ama torna o outro mais belo; não por causa dos mimos, mas sim, porque o amor dispensa atenção.

Os pais, a meu ver, são chamados, por vocação natural, ao cultivo e fomento do amor na célula familiar. É inconcebível que uma família se sustente sem o vínculo do amor.

Outro dia, pude escutar a aflição de uma jovem mãe, que estava arrasada porque um de seus filhos pegou algo que não era seu. Imaginem só, essa mãe estava decepcionada com seu filho, pois não era isso que ensinara a ele. Depois de conversar com o filho, vieram ter com o vigário paroquial, mas como ele teve que sair com urgência, coube a mim atendê-los. A mãe olhou-me, com os olhos cheios de lágrimas, e pediu que o filho me contasse o que aconteceu, e porque fez tal coisa. O filho, meio que sem jeito, ainda mais por se tratar de uma criança, abaixou a cabeça e falou do ocorrido; de minha parte, como sacerdote, tive que expor o sentido da existência humana, diante do plano de Deus. Um Deus que é amor e que quer seus filhos vivam esse amor, mas que nem sempre há essa correspondência. Expliquei-lhe,             que pegar algo que não lhe pertence é grave, pois é roubo, e que não podemos nos apropriar do que é do outro, e de que a melhor maneira de se possuir as coisas dentro de casa é pedindo aos pais. Fiquei surpreso com o gesto da criança, que mal eu acabara de lhe exortar, lançou-se ao pescoço da mãe numa confiança sem limites, e entre lágrimas pediu perdão a mãe. Mãe e filho ficaram por alguns instantes diante de meus olhos, num abraço acolhedor, num silêncio que redime, numa lágrima que purifica, e num coração reconciliado.

A preocupação desta mãe é a sintomatização de seu amor, de seu cuidado. Quantos pais deixaram de observar estas pequenas coisas, os gestos de seus filhos; quantos pais no corre corre da vida tem deixado de lado o gesto mais nobre de uma família, o de saber como os filhos passaram o dia, o que de novo eles teriam para contar-lhes.

Há uma expressão corriqueira no nosso cotidiano que diz, "criança é tudo igual!"; é verdade, todos nós passamos pela infância; porém, o que torna um filho ou uma filha diferente é o cuidado de seus pais; pais que se preocupam, que se fazem amigos dos filhos, e acima de tudo, que amam.

Pais, não deixem que seus filhos cresçam sem aprenderem o cuidado pelo outro, que nasce do amor e do desprendimento dos corações; cuidar é dar o essencial, e "o essencial é invisível aos olhos", segundo autor do Pequeno Príncipe. Sendo assim, não permitam que os mimos e presentes modernos ocupem o lugar de vocês no coração de vossos filhos. Os filhos lembraram sempre do amor de seus pais, se eles sentirem-se cuidado por eles.

Fonte: http://www.arquidiocesedebelem.org.br/index2.html

Viver na Esperança



Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo Metropolitano de Belém

Quando fomos batizados, recebemos preciosos presentes de Deus: a fé, a esperança e a caridade. A fé é “a certeza daquilo que ainda se espera, a demonstração de realidades que não se vêem” (Hb 11,1).  E “justificados pela fé, estamos em paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo. Por ele, não só tivemos acesso, pela fé, a esta graça na qual estamos firmes, mas ainda nos ufanamos da esperança da glória de Deus. E não só isso, pois nos ufanamos também de nossas tribulações, sabendo que a tribulação gera a constância, a constância leva a uma virtude provada e a virtude provada desabrocha em esperança. E a esperança não decepciona, porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado (Rm 5, 1-5).

Deus é todo-poderoso e cheio de misericórdia. E seu poder se manifesta justamente porque é misericordioso. Seu é amor-caridade é proporcional não à nossa resposta, mas à nossa necessidade. Deus se sente atraído irresistivelmente pela nossa miséria. Ele é misericórdia, perdão, acolhimento. Por isso ressoa forte na Igreja a palavra do profeta: “Consolai, consolai o meu povo, diz o vosso Deus. Falai ao coração de Jerusalém, anunciai-lhe: seu cativeiro terminou, sua culpa está paga, da mão do Senhor já recebeu por suas faltas o castigo dobrado” (Is 40, 1-2). Salvação, alegria, amor, verdade, justiça, constituem o cortejo de chegada de nosso Deus. São os bens da aliança, da amizade entre Deus e seu povo.

Esta boa notícia – Evangelho – tem nome, é Jesus Cristo! A misericórdia e a compaixão do Pai eterno vieram até nós. Seu Filho amado estabeleceu morada em nosso meio, veio sentir as coisas humanas com coração humano, partilhou conosco alegrias e sofrimentos, tomou iniciativa da cura e da libertação, experimentou a poeira e a lama das estradas humanas, não deixou qualquer pessoa alheia ao seu amor infinito. Tamanho amor pede resposta de amor.
    Como temos consciência de nossas fragilidades, para responder ao amor de Deus necessitamos também de sua ajuda, se desejamos ir ao encontro de seu Filho amado, o Salvador que continuamente vem a nós e não quer que alguém se perca (Cf. 2 Pd 3, 9). Sabemos que muitas de nossas atividades podem distrair-nos do que é essencial, como o viajante que, encantado com os detalhes da paisagem, perde o rumo a ser alcançado. É bem possível que nos apeguemos, como se fossem coisas absolutas, a pessoas ou a bens passageiros. Nos dias que correm, é até arriscado pensar que o Natal, que se aproxima, se esgote nos gastos que as pessoas fazem. Seria também uma pena reduzi-lo a uma mesa farta, sem dúvida agradável, mas também ela termina logo. O coração, este sim, há de fartar-se dos valores que vêm do alto, mas que são também para a terra em que vivemos.
Retornar aos ideais descobertos, acolhidos e abraçados é decisivo para o cristão, que vive no meio do mundo. O dom a ser pedido para esta resposta é o da sabedoria. Trata-se do saber de Deus e não apenas de conhecimentos humanos, para que se descubra o “tempero” que o próprio Senhor deu aos acontecimentos. Num mundo em mudança e à espera do dia de Deus, “uma vida santa” e a “piedade” (Cf. 2 Pd 3, 11) darão segurança no meio daquilo que passa. João Batista, cuja figura abre a cena do Evangelho de São Marcos (Mc 1, 1-8), veio para preparar os caminhos, abrir clareiras em meio à floresta das preocupações humanas, para converter os corações.
Viver a virtude da esperança é a atitude mais adequada para o tempo do Advento, proposta de vida oferecida pela Igreja neste período. Seu fruto será a compreensão de que nosso mundo tem rumo e sentido. Não fomos jogados aqui, apenas para nos virarmos na existência, não somos obras do acaso. Deus pensou em nós, acompanha nossos passos e nos aguarda ansiosamente, desde já perto de si, para acolher-nos em plenitude na eternidade. A oração na Igreja nos acompanhe pelas estradas da vida: “Ó Deus todo-poderoso e cheio de misericórdia, nós vos pedimos que nenhuma atividade terrena nos impeça de correr ao encontro do vosso Filho, mas, instruídos pela vossa sabedoria, participemos da plenitude de sua vida.

Enem da Legião

O Exame Normativo do Estudo do Manual - ENEM. Será realizado no dia 8 de dezembro de 2011, as 9 horas, na Capela NS das Graças.


Será um momento de aprendizagem e acolhimento.


Participe e concorra a simbólicos prêmios cristãos.


É necessário confirmar sua presença.


Salve Maria!!!!

quarta-feira, 23 de novembro de 2011


Haverá Encontro com Membros Auxiliares dia 25 de novembro de 2011, as 16 horas na Igreja Matriz de São Pedro e São Paulo.


Será um momento de aprofundar a fé mariana e valorizar o papel de cada Membro Auxiliar.




Todos estão convidados, compareçam e viva a fé.


Teremos a presença de nosso Diretor Espiritual Pe. Adalberto.


Salve Maria!

Ao Encontro do Cristo que vem



Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo Metropolitano de Belém
A fé cristã não começa com um esforço humano para subir até onde Deus se encontra, nem nos desliga dos acontecimentos diários ou de todas as lutas e inquietações interiores ou exteriores. Cristianismo é religião de revelação, tendo no próprio Deus seu ponto de partida. Fé cristã é antes de tudo o acolhimento de um dom que não se esgota na fadiga pela perfeição, ainda que esta seja digna de respeito.
   
Nossa fé acolhe a iniciativa de Deus que, em seu plano eterno de amor, tomou a iniciativa da criação, salvação e santificação da humanidade. Uma viagem interior pelos recônditos de nossa história pessoal vai conduzir-nos a descobrir a réstia insistente de luz, que se faz clara como o dia! Quando gerados pelos nossos pais, não fomos obras do acaso, mas frutos de um plano de amor. A descoberta de que Deus é amor é e será sempre fonte de realização, para identificarmos o fio de ouro que une os fatos e acontecimentos de nossa existência. Desde toda a eternidade, Deus pensou em nós, e não existe uma pessoa sequer cuja existência seja inútil ou desprezível. Por essa razão sempre nos escandalizarão a violência reinante e o desrespeito pela vida humana, descartada por pessoas e instituições.

O acontecimento que ocupa a atenção da Igreja no início do novo ano litúrgico é justamente o “Cristo que vem”. O tempo do “Advento- chegada” é portador de um dinamismo que desacomoda as consciências. Ele leva a procurar os sinais da presença de Deus em nosso dia a dia, no exercício do discernimento. Deus não nos deixa passivos, mas nos inquieta profundamente, pedindo resposta pessoal. Ele vem participar de tudo o que é nosso, no mistério infinito da Redenção, e nos faz compreender o valor das pessoas, dos fatos e também de todas as coisas, tudo acolhido como presente de um amor infinito.

Duas respostas brotam de dentro dos corações. Como Deus vem até nós, pois Jesus Cristo é verdadeiro Deus e verdadeiro homem, o reino do céu venha a ser desejado! Ser humano e mais ainda ser cristão é almejar a perfeição, sair da mediocridade, olhar para o alto e para frente, acreditar no que é melhor, apostar na esperança. O tempo litúrgico do Advento é rico de textos bíblicos, especialmente do profeta Isaías, cuja leitura pode conduzir-nos a alimentar o ardente desejo das coisas de Deus. Não menos importante é a resposta à iniciativa de Deus, com nossas boas obras, com as quais participamos de seu plano de amor, não deixando passar em vão ao nosso lado qualquer irmão ou irmã. Todas as pessoas podem ser parceiras em nossa busca do Reino de Deus. A nós cabe a arte de tecer os laços de relacionamento, para que este Reino se espalhe.

Entretanto, a fé cristã não se esgota na construção de um mundo melhor, por sabermos que “o que Deus preparou para os que o amam é algo que os olhos jamais viram, nem os ouvidos ouviram, nem coração algum jamais pressentiu” (1 Cor 2, 9; Cf. Is 64,3). Por mais que façamos nesta terra, o Céu é melhor! O Cristo que veio, vem cada dia e virá em sua glória. Sonhamos, sim, com o dia definitivo, onde ouviremos : “Esta é a morada de Deus-com-os-homens. Ele vai morar junto deles. Eles serão o seu povo, e o próprio Deus-com-eles será seu Deus. Ele enxugará toda lágrima dos seus olhos. A morte não existirá mais, e não haverá mais luto, nem grito, nem dor, porque as coisas anteriores passaram. Aquele que está sentado no trono disse: “Eis que faço novas todas as coisas” (Ap 21, 3-5).

A preparação para este dia definitivo será feita com a virtude da vigilância (Cf. Mc 13, 33-37). Não pratica a virtude quem dá ouvidos aos repetidos anúncios de eventuais catástrofes, e se apavora, mas quem aproveita todas as ocasiões para antecipar o dia definitivo, amando o próximo, servindo concretamente a cada irmão, curando as chagas, enxugando as lágrimas, semeando alegria.

Enquanto caminhamos, a oração da Igreja nos acompanha: “Ó Deus todo-poderoso, concedei a vossos fiéis o ardente desejo de possuir o reino celeste, para que, acorrendo com as nossas boas obras ao encontro do Cristo que vem, sejamos reunidos à sua direita na comunidade dos justos”.

sábado, 19 de novembro de 2011

Visita da Regia

Hoje tivemos a grande honra de receber a visita da irmã Ana Lúcia, que é Vice-presidente da Regia Maria Imaculada. Ela nos deu grandes ensinamentos a respeito da Legião de Maria.



Ir. Ana Lúcia, Ir Fabrício, Ir Eliete, Ir Amélia, e Ir Jefferson
Ir. Ana Lúcia, Ir Ivandréia, Ir Eliete, Ir Amélia, e Ir Jefferson




Salve Maria!!!!

RExPA de novembro

Tivemos dois REXPA'S emocionantes que foram realizados no dia 15 de novembro de 2011, na arena do Flamenguinho, localizada na Rua Augusto Corrêa, 563, Guamá. No primeiro jogo o Remo venceu o Paysandú, neste jogo apenas as meninas que são legionárias, ou do Terço das Crianças e convidadas estavam no duelo, mas tivemos a presença de dois homens entre as meninas, me refiro ao Breno (Goleiro do Remo) e Rodolfo (Goleiro do Paysandú). Placar final Remo 11 a 6 no Paysandú.


Gols do Papão: Carla 1 gol, Wanessa 4 gols, Paula 1 gol. 

Gols do Leão: Eliete 3 gols, Rochelle 3 gols, Breno 4 gols, Luzia 1 gol.


Rochelle recebeu 3 cartões amarelos e 1 vermelho, com isso ficou de fora do jogo por 2 minutos.
Carla recebeu 1 cartão amarelo, Suzane recebeu 1 cartão amarelo.


Eis o vídeo de parte do jogo feminino.


Com esta vitória azulina, temos a seguinte estatística:


REXPA das meninas

Vitórias do Remo:   1; 

Vitórias do Paysandú:  0;

Empates:  2


Com relação aos meninos o jogo foi bem equilibrado, o papão venceu por uma diferença de um gol. Placar final Paysandú 6 a 5 no Remo. Com mais esta vitória eis as estatísticas do REXPA masculino:
REXPA dos meninos.


Vitórias do Remo:   14; 

Vitórias do Paysandú:  8;

Empates:  8


O próximo REXPA será realizado no dia 8 de dezembro de 2011.



Salve Maria!!!